Seguro do equipamento
Equipamento com dossiê completo e inspeção registrada é um risco que a corretora consegue descrever com precisão para a seguradora.
- Identificação por número de série
- Comprovação de manutenção em dia
Quem trabalha com parceria de corretora sabe que seguros de equipamentos de obra são recusados ou negados quase sempre pelo mesmo motivo: falta de papel técnico, e não falta de cobertura contratada. O mesmo vale para crédito: a instituição financeira precisa identificar o bem, e bem sem documentação não é garantia. É nesse ponto que a Equipare e o parceiro institucional se encontram.
A construtora produz documentação técnica porque a NR-18 exige. A corretora precisa da mesma documentação para sustentar a apólice, e a instituição de crédito precisa dela para identificar o bem. É o mesmo conjunto, usado por três leitores diferentes.
Equipamento de transporte vertical é bem de capital de valor relevante, fica exposto a intempérie, opera com pessoas dentro e é movido entre obras. Nenhuma análise de risco séria passa longe disso — e nenhuma delas se resolve com descrição genérica em proposta.
O que costuma faltar não é cobertura: é prova. Número de série que bata com o documento, laudo vigente para aquela montagem, ART daquela obra, registro de que a inspeção periódica aconteceu e comprovação de que quem opera foi capacitado. Sem isso, o sinistro vira discussão e o crédito trava na formalização.
A Equipare produz esse conjunto como parte da venda, porque a obra precisaria dele de qualquer forma. Para o parceiro institucional, isso significa analisar operações com documentação padronizada, em vez de reconstruir o histórico de um equipamento peça por peça.
A Equipare não vende seguro nem crédito. Ela fornece o equipamento e o dossiê técnico; a estruturação financeira é do parceiro, com o cliente.
Na hora do sinistro, a pergunta é sempre a mesma: o equipamento estava em condição regular de operação? Responder exige documento com data, e não a lembrança de quem estava na obra. Quando o conjunto não existe, a discussão começa pelo pior lugar possível.
Esta é a lista que o parceiro institucional pode pedir ao cliente antes de emitir, e que a construtora deveria manter viva de qualquer maneira. Cada item tem data de validade própria, e é a mais curta delas que define o estado do equipamento.
A Equipare entrega esse conjunto e mantém o histórico do equipamento vendido. Ver o dossiê de homologação.
Nenhuma delas envolve comissão sobre a venda do equipamento: são serviços que o cliente contrata diretamente do parceiro.
Equipamento com dossiê completo e inspeção registrada é um risco que a corretora consegue descrever com precisão para a seguradora.
Transporte, içamento e montagem concentram exposição em poucos dias, com procedimento e supervisão técnica documentados.
Equipamento nacionalizado, faturado no Brasil e com número de série é um bem que a análise de crédito consegue tratar como garantia.
As que aparecem quando o bem entra em uma análise pela primeira vez.
Por número de série do conjunto, associado à nota fiscal brasileira e ao dossiê da montagem. Descrição genérica de catálogo não identifica bem nenhum. Ver os manuais e a identificação do equipamento.
Pelo registro do plano de inspeção, com data e responsável por cada verificação. O plano existe por exigência técnica, e serve exatamente para isso. Ver o plano de inspeção.
Laudo e memorial de ancoragem são refeitos a cada canteiro, porque dependem da estrutura daquela obra. O que acompanha o equipamento é o histórico. Ver o laudo de estabilidade.
Tem um passo a mais, já resolvido na venda: nacionalização com nota fiscal brasileira e documentação emitida por engenheiro registrado aqui. Ver a adequação do importado.
O contato com o cliente é do parceiro. A Equipare entra com a parte técnica quando solicitada.
O cliente avalia como vai estruturar o pagamento e qual cobertura a obra exige. A Equipare fornece a especificação e o valor do bem para a análise.
Nota fiscal brasileira, número de série e ficha técnica do equipamento são disponibilizados para a identificação do bem.
Comissionamento, laudo, ART e capacitação de operador são entregues, e formam a prova de que o equipamento opera em condição regular.
Registro de manutenção preventiva e de inspeção periódica mantém o histórico vivo, que é o que sustenta renovação e eventual sinistro.
Dossiê, inspeção, manutenção e os demais formatos de parceria.
A Equipare fornece o equipamento e toda a documentação técnica que a análise de risco exige: identificação por número de série, nota fiscal brasileira, laudo, ART, memorial e registro de inspeção. A corretora estrutura a cobertura diretamente com o cliente, e a Equipare não intermedeia essa relação.
Não. A empresa vende equipamento e presta os serviços técnicos ligados a ele. Seguro e crédito são contratados pelo cliente com instituições especializadas, e a parceria existe para que a documentação flua sem retrabalho.
Nota fiscal brasileira, manual em português, ficha técnica do modelo, projeto e memorial, ART do responsável técnico, laudo da montagem e o registro do comissionamento, com os ensaios realizados.
Laudo vigente para a montagem atual, registro das inspeções periódicas e comprovação de capacitação de quem opera. São itens que precisam de data, e não se reconstroem depois do fato.
Pode, desde que passe por recertificação, com inspeção, ensaios e emissão de documentação nova. Sem isso, não há como afirmar em que condição o equipamento está.
Não. Documentação técnica é fornecida ao próprio cliente, que decide o que apresentar à corretora ou à instituição. A parceria é sobre padrão de documento, não sobre base de contatos.