Construtora de obra única
Sem repetição e sem pátio, o ativo fica parado depois da entrega e o custo de posse não se dilui em ninguém.
- Revisar a decisão se a segunda obra aparecer
- Negociar escopo completo com o fornecedor
A Equipare não aluga: vende. Mesmo assim a pergunta chega todo dia e merece resposta honesta, porque nem alugar ou comprar elevador cremalheira se decide colocando uma mensalidade ao lado de um preço de compra. O que decide é quantos meses de obra ativa cada equipamento atravessa e quanto a sua operação perde nos meses em que ele está parado, desmontado ou esperando a próxima frente.
A conta que todo mundo faz divide o preço de compra por uma mensalidade e acha um número de meses. O erro está na premissa: o equipamento não trabalha todos os meses do calendário.
Entre uma obra e a seguinte existe desmontagem, transporte, inspeção, reparo do que voltou torto e, quase sempre, espera. Somados, esses intervalos tiram meses do calendário em que o ativo não produz nada — e a conta intuitiva os trata como se o equipamento estivesse trabalhando.
Some também os meses em que o equipamento está montado mas a obra não o usa com intensidade. Na fase de estrutura o consumo é baixo; o pico vem no acabamento. Uso efetivo não é o mesmo que tempo montado, e quem confunde os dois superestima o retorno do ativo próprio.
A conta correta é simples de escrever: pegue o desembolso do caminho próprio, incluindo montagem, transporte entre obras, manutenção e guarda, e divida pelo número de obras-mês ocupados que a empresa consegue gerar. Compare esse número com o custo mensal do caminho de terceiro no mesmo período.
Se a sua empresa tem intervalo entre obras, conte o intervalo. É nele que o ativo próprio perde a vantagem que a planilha otimista prometeu.
Equipamento próprio parado não gera fatura, e por isso passa despercebido. Ele gera outras coisas: ocupa pátio, exige inventário e conservação, perde valor, precisa de inspeção antes de voltar a subir e consome atenção de alguém que poderia estar em outro lugar.
Esse é o custo que separa uma construtora com obras encadeadas de uma construtora com obras espaçadas, mesmo quando as duas fazem o mesmo número de prédios por período. O ativo recompensa a continuidade, não o volume — e é por isso que locadora, que vive de manter equipamento girando, compra com uma lógica completamente diferente da de quem constrói.
A Equipare faz essa conta com o calendário real das suas obras. Pedir a conta com os intervalos incluídos.
Nenhuma decide sozinha. Leia as seis, veja onde a maioria pende e desconfie quando o resultado ficar apertado.
| Variável | Empurra para o equipamento próprio | Empurra para o equipamento de terceiro |
|---|---|---|
| Encadeamento das obras | Obras que começam quando a anterior termina | Intervalos longos entre contratos |
| Padronização de altura e carga | Obras parecidas aproveitam o mesmo equipamento | Portes muito diferentes exigem mix grande |
| Estrutura de guarda e manutenção | Pátio e equipe já existentes | Sem estrutura, o ativo vira problema |
| Exigência de documentação | Dossiê próprio, acumulado e sempre disponível | Responsabilidade documental fica com o fornecedor |
| Fluxo de caixa no início | Prazo estendido dilui o desembolso | Despesa mensal sem investimento inicial |
| Risco de obsolescência | Ativo com valor residual e possibilidade de revenda | Troca de porte a cada contrato, sem ativo preso |
Duas linhas favoráveis não bastam. Quando o resultado fica equilibrado, a decisão costuma ser resolvida pela estrutura de manutenção, que é a que mais gente subestima.
A mesma conta chega a resultados opostos, e isso é sinal de que ela está funcionando.
Sem repetição e sem pátio, o ativo fica parado depois da entrega e o custo de posse não se dilui em ninguém.
O equipamento atravessa obras e o custo por obra-mês cai a cada remanejamento. A equipe já conhece o sistema e o dossiê acompanha.
Para quem vive de girar equipamento, a frota é o produto e a conta muda de natureza: vira retorno por contrato e disponibilidade.
Ditas por quem vende equipamento, o que torna a lista mais útil e não menos.
Inventário, plano de inspeção, controle de documentação e alguém responsável. Empresa que não monta essa estrutura descobre o custo escondido do lado da compra. Ver a gestão de frota.
Desmontar, transportar, montar de novo e recomissionar em cada obra tem custo e prazo, e precisa estar na conta desde o começo. Ver o remanejamento entre obras.
Laudo de estabilidade, memorial de ancoragem e ART são específicos daquele canteiro. Nenhum deles se aproveita da obra anterior. Ver o dossiê de homologação.
A Equipare não aluga: vende. O critério desta página é publicado inteiro justamente para que a conta possa ser refeita por você, com qualquer fornecedor, inclusive contra nós. Ver como se forma o preço do elevador.
Preço, pagamento, gestão do ativo e as demais comparações.
Não tem, e desconfie de quem der uma. A resposta muda com o encadeamento das obras, com o tempo de uso efetivo em cada uma, com a existência de pátio e com quem faria a manutenção. O que dá para publicar é o critério, e é o que esta página faz.
Não. A Equipare não aluga: vende, e importa direto da fábrica para construtoras, incorporadoras, empreiteiras, indústrias e locadoras. Locadoras que compram para a própria frota são clientes, e existe condição específica para compra em lote.
Tratar mês de calendário como mês de uso. Entre uma obra e a seguinte existem desmontagem, transporte, inspeção e espera, e esses meses precisam entrar na divisão. Ignorá-los faz o ativo próprio parecer melhor do que é.
É aí que os dois caminhos se separam com clareza. Atraso em ativo próprio consome tempo de um bem que já é seu; atraso em equipamento de terceiro é desembolso adicional pelo período inteiro, com o cronograma escorrendo.
Dá. Existe prazo de pagamento estendido e parcelamento direto, com a condição declarada na proposta. Essas alternativas existem justamente para os casos em que a conta por obra-mês já favorece a compra, mas o caixa do início aperta.
Ajuda, com os seus números e com o método aberto. Como vendemos equipamento, publicamos o critério inteiro para que a conta possa ser conferida e refeita com qualquer fornecedor do mercado.