Atende equipamento de outra marca
Atende, mediante conferência dimensional e de especificação antes do envio. Quando a compatibilidade não é segura, isso é dito antes do faturamento, e não depois da entrega.
Peças de grua não são todas iguais em consequência. Um item de desgaste sem estoque para a operação por alguns dias; um componente de segurança vencido impede a liberação mesmo com a máquina funcionando perfeitamente; e uma peça estrutural fora de linha pode aposentar o equipamento. Saber em qual família cada item cai é o que organiza a prateleira.
A primeira família é a de desgaste: cabo de aço, pastilha de freio, rolete do carro, contator, escova e vedação. Consome-se com uso previsível e deve estar na prateleira. A segunda é a de segurança: limitador de carga, limitador de momento, fim de curso e freio. A terceira é a estrutural: módulo de torre, tirante, pino e conexão.
A diferença prática está no tipo de parada. Item de desgaste em falta interrompe a produção até o envio chegar. Componente de segurança com ensaio vencido ou atuação registrada impede a liberação da operação, mesmo com a máquina rodando normalmente. E peça estrutural sem reposição disponível pode simplesmente encerrar a vida útil do equipamento.
Por isso o pedido começa pela identificação, e não pela descrição. Modelo e número de série na placa evitam o erro mais caro da manutenção: receber uma peça parecida, montar, e descobrir a incompatibilidade com o equipamento já desmontado. A mesma lógica vale para o cluster de peças de elevador cremalheira.
Toda torre deveria ter uma prateleira mínima definida por escrito, com os itens de desgaste de maior consumo. É o que transforma parada de semanas em parada de horas.
Existe uma diferença que só aparece na vistoria: a máquina pode estar mecanicamente impecável e ainda assim ficar impedida de operar. Basta que um limitador esteja sem registro de ensaio válido, que um fim de curso não responda no teste ou que um freio tenha atuado e não tenha sido inspecionado depois.
A NR-18 trata esses dispositivos como condição de operação, não como item de conforto. Ou seja: comprar cabo e pastilha resolve produtividade, mas é o conjunto de segurança em dia que mantém a torre liberada. A prateleira precisa contemplar os dois lados.
A Equipare monta a lista de prateleira mínima pelo perfil de uso da sua obra ou frota. Pedir a lista de prateleira mínima.
A tabela serve para a equipe de manutenção descrever o problema pelo conjunto, o que encurta muito a identificação do item.
| Conjunto | Itens que mais saem | Sintoma que costuma antecipar |
|---|---|---|
| Içamento | Cabo de aço, polia, moitão, pastilha de freio do guincho | Fios rompidos visíveis, ruído no tambor, deslize na parada de carga |
| Giro | Coroa, pinhão, pastilha do freio de giro, redutor | Folga no giro, trepidação ao parar, ruído cíclico |
| Translação do carro | Rolete, cabo de translação, fim de curso | Carro travando em trechos, cabo saltando da polia |
| Elétrico e comando | Contator, botoeira, cabo de comando, escova | Falha intermitente, comando que não responde após chuva |
| Segurança | Limitador de carga, limitador de momento, fim de curso | Atuação fora do ponto ou ausência de resposta no ensaio |
| Estrutura | Módulo de torre, tirante, pino, conexão de lança | Folga em pino, oxidação em solda, deformação visível |
Sintoma em conjunto estrutural nunca é caso de compra direta: exige avaliação técnica antes, porque pode indicar problema de ancoragem, de torque ou de sobrecarga repetida.
Perguntas típicas de quem administra manutenção de frota, e não só de uma obra.
Atende, mediante conferência dimensional e de especificação antes do envio. Quando a compatibilidade não é segura, isso é dito antes do faturamento, e não depois da entrega.
Pelo modelo e número de série da placa, mais a descrição do conjunto e do sintoma. Descrição sem identificação é a principal causa de peça errada comprada com a máquina parada.
Declarado por região na cotação. Itens de desgaste saem do estoque em Camboriú, SC; o que não é de estoque entra em programação informada no ato. Ver a manutenção de grua e o atendimento.
Para quem tem mais de uma torre, vale. A lista de prateleira mínima é montada pelo perfil de uso e evita parada longa por item de consumo previsível. Ver a grua para locadora e o estoque de frota.
Peça, inspeção e documentação andam juntas em equipamento de torre.
Os itens de desgaste de maior consumo do seu perfil de uso: cabo de aço do guincho principal, pastilhas, roletes do carro, contatores e vedações. A lista é montada pelo histórico de consumo, e não pelo catálogo completo do fabricante.
Não, porque ela não afeta só a produção: afeta a liberação. Limitador sem ensaio válido, fim de curso sem resposta ou freio que atuou e não foi inspecionado impedem a operação mesmo com o equipamento funcionando.
Vende, depois de conferência dimensional e de especificação. Quando a compatibilidade não pode ser assegurada, o cliente é avisado antes do faturamento.
Por transportadora, a partir do estoque em Camboriú, SC, com prazo declarado por região na própria cotação. Equipamento parado entra em tratamento prioritário no atendimento.
Sim, com o equipamento fora de operação e por equipe habilitada, seguindo o manual. Depois da troca, os dispositivos de segurança relacionados são testados antes da liberação.
Sim, um ano contra defeito de fabricação, nas mesmas condições da garantia do equipamento fornecido pela Equipare.