Módulo com empeno ou solda comprometida
Estrutura que já sofreu impacto ou içamento incorreto não entra em conjunto nenhum, e a medida continua batendo. Ver o laudo de estabilidade de torre.
Verificar a compatibilidade torre elevador cremalheira é comparar sete medidas, e nenhuma delas se resolve no olho. Esta ferramenta coloca o que você mede no equipamento que já tem ao lado do que a proposta declara para o novo, e aponta em qual ponto exato os dois deixam de conversar.
Torres de equipamentos diferentes têm aparência muito próxima: estrutura treliçada de seção quadrada, cremalheira em uma das faces, junta no topo. A semelhança visual é enganosa, porque o que define se dois módulos trabalham juntos são medidas que ninguém enxerga de longe.
Duas dessas medidas são eliminatórias por natureza. O passo da cremalheira e o módulo do dente do pinhão definem o engrenamento: se não coincidirem, o pinhão simplesmente não roda naquela cremalheira, e não existe adaptação que resolva. Ver a cremalheira de reposição e ver o pinhão mostram o par que precisa conversar.
As outras cinco dizem respeito à geometria da torre: se os módulos alinham, se a junta fecha, se os furos coincidem e se a ancoragem encontra ponto de fixação. Divergência aqui não é questão de força — é conjunto que não monta. Ver as peças compatíveis trata do que existe para equipamento de outras marcas.
Medida coincidente não certifica compatibilidade estrutural. Aço, tratamento, histórico de esforço e estado das soldas só são avaliados presencialmente, com responsável técnico.
Preencha o que conseguir medir e ler. A ferramenta compara par a par, avisa quando a divergência é de engrenamento e conta os campos que ficaram em branco.
Preencha os pares de medidas para ver onde os dois equipamentos divergem.
Pedir a análise técnica de compatibilidade Comparação geométrica de ordem de grandeza. Coincidir nas medidas não certifica compatibilidade estrutural, que depende de laudo com responsável técnico.A situação é sempre parecida. A obra cresceu, a torre precisa subir mais, e alguém lembra que existem módulos parados no pátio de outra obra ou de outro equipamento. A conta parece boa: módulo usado disponível contra módulo novo comprado.
O problema é que um conjunto misto muda o que está sendo avaliado. Deixa de ser um equipamento com uma torre e passa a ser uma estrutura composta, que precisa de verificação própria: distribuição de esforço entre trechos de origens diferentes, comportamento da junta na transição, comportamento da cremalheira emendada.
Por isso a resposta honesta é em duas etapas. Primeiro a geometria, que esta ferramenta resolve em minutos e elimina a maior parte dos casos. Depois a verificação técnica, que é a única que pode autorizar um conjunto misto — e que, quando não existe, deixa a obra operando uma estrutura que ninguém assinou.
A Equipare emite análise de compatibilidade com responsável técnico. Enviar as medidas para análise técnica.
A coluna da direita separa o que é impeditivo do que apenas exige verificação.
| Medida | O que ela controla | O que acontece se divergir |
|---|---|---|
| Seção do módulo | Alinhamento da torre e encaixe dos guias | Os trechos não alinham e o conjunto não fecha prumo |
| Comprimento do módulo | Posição das juntas e das ancoragens | A furação de ancoragem deixa de coincidir com o projeto |
| Passo da cremalheira | Engrenamento do pinhão com a cremalheira | Impeditivo: o pinhão não engrena naquele perfil |
| Módulo do dente do pinhão | Geometria do dente que transmite a carga | Impeditivo: o contato entre dentes fica errado e desgasta |
| Faces com cremalheira | Configuração de cabine simples ou dupla | A segunda cabine não encontra cremalheira na face necessária |
| Tipo de junta | Forma de união entre módulos | A transição entre trechos não tem união prevista |
| Furos de fixação | Fixação entre módulos e dos acessórios | A união precisa ser improvisada, o que não é aceitável |
Verificação estrutural de conjunto misto exige laudo e memorial. Ver a análise de compatibilidade de torre.
Com trena, paquímetro e o manual do equipamento, as quatro principais saem em uma manhã.
Meça o lado externo da seção e o comprimento total de um módulo, de junta a junta. São as duas medidas que definem a geometria da torre.
Meça a distância entre dois dentes consecutivos, de centro a centro. Para reduzir erro, meça vários dentes seguidos e divida pela quantidade.
Esse dado costuma estar no manual ou na placa do conjunto motriz. Quando não estiver, a análise presencial identifica.
Observe como um módulo se une ao seguinte e meça a distância entre centros dos furos de fixação. Fotografe a junta: ela conta muito em uma análise remota.
Mesmo quando a comparação geométrica dá certo, estas quatro situações mudam a resposta.
Estrutura que já sofreu impacto ou içamento incorreto não entra em conjunto nenhum, e a medida continua batendo. Ver o laudo de estabilidade de torre.
Sem manual, o módulo do dente e o espaçamento admissível de ancoragem ficam desconhecidos, e a análise passa a depender de inspeção presencial. Ver os manuais técnicos.
Emendar cremalheira nova com trecho desgastado cria degrau de engrenamento e acelera o desgaste do pinhão. Ver a cremalheira de reposição.
Estrutura composta por trechos de origens diferentes precisa de alguém que assine por ela. Sem isso, a fiscalização não tem o que aceitar. Ver o responsável técnico.
Da geometria à análise técnica, à reposição e à ampliação de altura.
Só quando as sete medidas coincidem e existe verificação técnica do conjunto. As duas eliminatórias são o passo da cremalheira e o módulo do dente do pinhão: sem coincidência nesses dois, o pinhão não engrena e não há adaptação possível.
Não necessariamente. Seção igual resolve o alinhamento, mas a junta pode ser de outro tipo, a furação pode não coincidir e a cremalheira pode ter passo diferente. É por isso que a ferramenta compara sete medidas e não uma.
É a distância entre dois dentes consecutivos, medida de centro a centro. Junto com o módulo do dente do pinhão, ele define se o conjunto motriz consegue engrenar naquele perfil e transmitir carga com segurança.
Do ponto de vista geométrico, quando tudo coincide, é plausível. Do ponto de vista estrutural, o conjunto misto precisa de verificação e de responsável técnico, porque o comportamento da estrutura composta não é o de nenhum dos dois equipamentos isolados.
Não. Ela faz uma comparação geométrica de ordem de grandeza e elimina rapidamente os casos impossíveis. Compatibilidade real depende do estado dos módulos, do aço, das soldas e do histórico de esforço, que só a análise presencial avalia.
Deixe o campo em branco: a ferramenta conta o par como não informado e segue comparando o resto. Esse dado costuma estar no manual ou na placa do conjunto motriz, e na falta dele a identificação é feita em inspeção.