Módulo e número de dentes
Define o engrenamento com a cremalheira instalada. É o primeiro dado conferido, e não se descobre por aparência.
O pinhão do elevador cremalheira é a engrenagem que sobe a cabine. Ele desgasta junto com a cremalheira dentada, e é por isso que trocar só um dos dois devolve o problema em poucas semanas. Aqui está o critério de troca e o que a Equipare mantém em estoque.
Cada conjunto de tração tem um pinhão que engrena nos dentes da cremalheira fixada na torre. Quando a cabine sobe, é o pinhão que "caminha" sobre a cremalheira. Ele trabalha em contato permanente, sob carga, e por isso é peça de desgaste previsível — não peça que quebra por acaso.
Como o par engrena um no outro, o desgaste é sempre recíproco: dente gasto de um lado marca o dente do outro. Essa é a razão técnica de trocar o pinhão junto com o trecho de cremalheira dentada correspondente, e não isoladamente.
Pinhão novo rodando em cremalheira gasta concentra carga na ponta dos dentes, acelera o desgaste do componente novo e devolve o ruído em semanas. O contrário também vale: cremalheira nova com pinhão gasto tem o mesmo destino.
O critério prático é o perfil do dente, nunca o calendário: dente afilado ou com degrau visível tira a peça de serviço mesmo que o equipamento ainda esteja subindo normalmente.
Valem tanto para pinhão de linha quanto para pinhão de equipamento de outra marca.
Nenhum deles depende de instrumento sofisticado: são verificáveis na inspeção periódica por quem faz a manutenção do equipamento.
| O que observar | Situação aceitável | Situação que exige troca |
|---|---|---|
| Perfil do dente | Perfil cheio, com marca de contato uniforme | Dente afilado, com perfil em ponta ou degrau visível |
| Folga no engrenamento | Folga estável, dentro do ajuste de montagem | Folga crescente entre inspeções, com batida audível |
| Ruído em operação | Ruído constante de engrenamento | Ruído cíclico, a cada volta do pinhão |
| Resíduo na base da torre | Poeira normal de obra | Limalha metálica acumulando sob o trecho de trabalho |
Se dois desses sinais aparecerem juntos, o equipamento deve sair de operação para inspeção. Passar do limite transfere o desgaste para a cremalheira dentada e multiplica o custo da reposição.
Pinhão parecido não é pinhão compatível. A conferência leva minutos e evita equipamento parado esperando a segunda remessa.
Define o engrenamento com a cremalheira instalada. É o primeiro dado conferido, e não se descobre por aparência.
Diâmetro, chaveta e forma de travamento precisam corresponder ao conjunto de tração do seu equipamento.
Determina se a troca é só do pinhão ou do par. Foto dos dentes da cremalheira no trecho mais usado resolve a dúvida.
Pinhão e cremalheira dentada formam um par que se desgasta em conjunto: o perfil deformado de um imprime a própria marca no outro. Quando o pinhão novo entra numa cremalheira gasta, o contato deixa de acontecer ao longo do flanco do dente e passa a se concentrar na ponta, onde a pressão de contato é maior.
O efeito é contraintuitivo: a peça nova envelhece mais rápido que a que saiu. A economia aparente da troca isolada vira duas compras em um intervalo curto, mais uma segunda parada de equipamento — que costuma pesar mais no caixa do que o par inteiro teria pesado.
A Equipare avalia a foto da cremalheira antes de orçar e diz se o caso é peça isolada ou par completo. Envie as fotos pelo formulário desta página.
Este é o fluxo usado tanto por cliente Equipare quanto por frota de outras marcas.
Vídeo curto do equipamento em operação e foto dos dentes do pinhão e da cremalheira no trecho mais usado.
A equipe confirma se o caso é pinhão, cremalheira ou ajuste de folga, e informa se a troca deve ser do par.
Módulo, número de dentes, eixo e fixação conferidos contra a identificação do equipamento.
Peça enviada com rastreio. A substituição deve ser feita por equipe habilitada, com o equipamento fora de operação e reteste antes da liberação.
Dúvidas que aparecem em quase todo chamado de ruído no conjunto de tração.
Dá, quando a cremalheira está em bom estado. Se os dois estão gastos, trocar um só devolve o ruído em poucas semanas, porque o componente novo passa a engrenar em perfil já deformado. Ver o critério da cremalheira.
Não existe prazo em meses: depende de ciclos, carga média, alinhamento da torre e lubrificação. Por isso o critério é o perfil do dente e a folga, verificados na inspeção, e não o calendário.
O sistema tem freio de segurança independente do conjunto de tração, mas engrenamento comprometido é motivo de retirada de operação. Ver o freio de segurança.
Sim, com conferência dimensional antes do envio. Ver peças compatíveis com outras marcas.
Links diretos para o que costuma vir junto com a troca de pinhão.
Pelo perfil do dente e pela folga de engrenamento, não pelo tempo de uso. Dente afilado ou com degrau, folga crescente entre inspeções, ruído cíclico a cada volta e limalha acumulando na base da torre são os quatro sinais que tiram a peça de serviço.
Quando os dois apresentam desgaste, sim. Como as peças engrenam uma na outra, componente novo rodando contra perfil deformado concentra carga na ponta dos dentes e desgasta rápido. Se a cremalheira está em bom estado, a troca isolada do pinhão resolve.
Depende de número de ciclos, carga média, alinhamento da torre e lubrificação. Equipamento em dois turnos consome o par de tração muito mais rápido que equipamento de uso leve, por isso o critério é a inspeção, não o calendário.
Sim, com conferência de módulo, número de dentes, eixo e fixação antes do envio. Quando a compatibilidade não é certa, isso é informado antes do faturamento.
A substituição deve ser feita por equipe habilitada, com o equipamento fora de operação, ajuste de folga conforme o manual e reteste antes da liberação. A Equipare também executa o serviço em obra.
Um ano contra defeito de fabricação. Desgaste por uso, dano por montagem incorreta e operação com folga fora de ajuste não são cobertos pela garantia.