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Peça · dispositivo de segurança

Freio de segurança do elevador cremalheira: o dispositivo que decide se a obra pode operar o equipamento

O freio de segurança do elevador cremalheira é o único componente que precisa ser ensaiado periodicamente para o equipamento continuar liberado. Ele não participa da operação normal e, justamente por isso, é o item mais negligenciado até a fiscalização pedir o relatório.

  • Dispositivo de reposição com estoque no Brasil
  • Orientação sobre ensaio periódico e registro
  • Conferência de compatibilidade com o conjunto de tração
  • Suporte para montagem do dossiê de conformidade

Freio de segurançaPedir reposição ou ensaio do freio de segurança

Informe a situação do dispositivo. Se o caso for ensaio e não troca, a equipe orienta o procedimento.

Fora do Brasil, informe o código do país.
Dispositivo de segurança não se improvisa nem se recondiciona em obra.

Como a Equipare trata o freio de segurança

  • Dispositivo novo, sem recondicionamento
  • Orientação de ensaio e registro para o dossiê
  • Conferência de compatibilidade com a tração
  • Reposição com estoque no Brasil
Função na máquina

O freio de segurança é um sistema independente que trava a cabine se a velocidade de descida sair do normal

Ele não frena a cabine no dia a dia — isso é trabalho do motofreio. O freio de segurança fica inerte durante toda a operação e só atua quando a descida ultrapassa a velocidade admitida, travando o conjunto na cremalheira dentada.

Por ser um dispositivo que nunca age em condição normal, a única forma de saber que ele funciona é ensaiando. O ensaio é um procedimento controlado, executado por equipe habilitada, que provoca a atuação e registra o resultado em relatório — e é esse relatório que a fiscalização e o engenheiro de segurança da obra pedem, no espírito da NR-18.

Duas situações tiram o dispositivo de serviço de imediato: reprovação no ensaio e atuação real em campo. Depois de atuar, ele precisa de avaliação antes de qualquer liberação, porque a atuação é um evento de carga severa sobre o mecanismo.

O critério prático é documental: o que libera o equipamento é o relatório de ensaio válido, não a idade do dispositivo nem a nota fiscal de compra.

O que a Equipare assume por escrito

Quatro compromissos sobre o freio de segurança de elevador cremalheira

Valem para reposição do dispositivo e para o apoio na montagem do dossiê de conformidade.

24 hpara a resposta técnica com a definição entre ensaio e reposição
10 minde primeiro retorno no WhatsApp quando o dispositivo atuou em campo
1 anode garantia contra defeito de fabricação do dispositivo novo
Camboriú, SCcom dispositivo de reposição em estoque, sem espera de importação
O que bloqueia o equipamento

Quatro situações em que o elevador não pode ser liberado

Nenhuma delas admite operação provisória, mesmo com a obra atrasada.

Ensaio vencido

Sem relatório válido, não há comprovação de que o dispositivo atua. O equipamento fica sem respaldo documental em qualquer vistoria.

Reprovação no ensaio

Dispositivo que não atua na velocidade prevista sai de serviço e é substituído, não ajustado em obra.

Atuação real em campo

Depois de travar a cabine, o mecanismo precisa ser avaliado antes de qualquer liberação do equipamento.

Lacre ou identificação violados

Dispositivo sem rastreabilidade não comprova origem nem histórico de ensaio, e não é aceito no dossiê.

O que a vistoria realmente confere

Dispositivo novo na caixa não libera obra nenhuma: o que vale é o relatório de ensaio

A troca por um dispositivo zero resolve o componente e não resolve a pendência. Quem confere o equipamento não tem como verificar, olhando, se o mecanismo atua na velocidade prevista — por isso a exigência recai sobre o registro do ensaio, com identificação do equipamento e do dispositivo ensaiado.

Na prática, obra que comprou peça nova e não ensaiou continua com o mesmo problema documental de quem não trocou nada. E o inverso também é verdade: dispositivo antigo, íntegro e com ensaio válido segue liberado para operar, porque idade não é critério de descarte.

  • Guarde o relatório de ensaio no dossiê do equipamento, junto com ART e laudos
  • Confira se o relatório identifica o número de série do dispositivo, e não só o elevador
  • Depois de uma atuação real, o mecanismo é reavaliado antes de qualquer liberação

A Equipare orienta o procedimento e fornece o dispositivo rastreável para o dossiê. Descreva a situação do seu equipamento no formulário desta página.

Vistoria marcada e ensaio vencido? Resolva a pendência antes da visita

Sem relatório de ensaio válido, o elevador cremalheira fica sem respaldo documental, mesmo funcionando bem. A equipe diz em uma conversa se o caso é ensaio ou reposição do dispositivo.

Como resolver

Quatro etapas para regularizar o freio de segurança do seu equipamento

Serve tanto para quem tem dispositivo vencido quanto para quem teve atuação real.

  1. 1

    Levantamento da situação

    Identificação do equipamento, data do último ensaio e o que aconteceu. Dispositivo que atuou tem tratamento diferente de dispositivo vencido.

  2. 2

    Definição entre ensaio e reposição

    Quando o dispositivo está íntegro e apenas vencido, o caminho é o ensaio com relatório. Quando reprovou ou atuou, é reposição.

  3. 3

    Fornecimento ou execução

    Dispositivo novo com conferência de compatibilidade, ou execução do ensaio por equipe habilitada com registro formal.

  4. 4

    Registro no dossiê

    O relatório entra no dossiê de conformidade do equipamento, junto com ART e laudos. É o conjunto que o engenheiro de segurança confere antes de liberar.

O freio atuou e travou a cabine? Não libere o equipamento antes da avaliação

A atuação submete o mecanismo a esforço severo e também exige conferência do conjunto de tração. Relate o que aconteceu e a equipe indica o que precisa ser verificado antes de voltar a operar.

Quatro respostas sobre o dispositivo de segurança

Perguntas que separam equipamento liberado de equipamento interditado.

Posso recondicionar o dispositivo

Não. Freio de segurança é item de reposição por dispositivo novo, com rastreabilidade. Recondicionamento em obra elimina a comprovação de atuação e não é aceito em vistoria.

Com que frequência ensaiar

O ensaio é periódico e deve seguir o manual do fabricante e o plano de inspeção do equipamento. Atuação real e reprovação exigem tratamento imediato, independentemente do calendário. Ver o plano de inspeção.

Quem pode executar o ensaio

Equipe habilitada, com registro formal do resultado. O relatório precisa identificar o equipamento e o dispositivo ensaiado. Ver o relatório de ensaio de freio.

O elevador para se o freio atuar

Sim, e é para isso que ele existe. Depois da atuação, o equipamento só volta a operar após avaliação do dispositivo e do conjunto de tração.

Conformidade e manutenção

Continue pelo documento ou pelo serviço que a sua obra precisa

O freio de segurança é peça e é documento: estes são os dois caminhos.

Perguntas frequentes

O que perguntam sobre o freio de segurança

Qual a diferença entre freio de segurança e motofreio?

O motofreio é o freio de serviço: atua em toda parada normal do elevador. O freio de segurança é um dispositivo independente que fica inerte e só atua se a velocidade de descida ultrapassar o limite, travando a cabine na cremalheira.

Por que o freio de segurança precisa de ensaio?

Porque ele não age na operação normal. Sem ensaio periódico, não existe como saber se o mecanismo ainda atua, e não há relatório para apresentar ao engenheiro de segurança nem à fiscalização.

O freio atuou e travou a cabine. O que faço?

Retire o equipamento de operação e solicite avaliação. A atuação submete o mecanismo a esforço severo, e o dispositivo precisa ser verificado antes de qualquer liberação, junto com o conjunto de tração.

Posso comprar um dispositivo usado?

Não é recomendado e não se sustenta no dossiê de conformidade: sem rastreabilidade de origem e de histórico de ensaio, o item não comprova nada em vistoria.

A Equipare fornece para outras marcas?

Sim, com conferência de compatibilidade com o conjunto de tração e o tipo de cremalheira do equipamento.

O dispositivo tem prazo de validade?

O que tem prazo é a comprovação: o relatório de ensaio. O dispositivo sai de serviço por reprovação, por atuação real ou por dano, e não por idade isolada.

Dispositivo vencido ou reprovado bloqueia o elevador. Resolva antes da próxima vistoria.

  • Reposição com dispositivo novo e rastreável
  • Orientação sobre ensaio periódico e registro
  • Documentação para o dossiê de conformidade
  • Conferência de compatibilidade antes do envio

Escolha como quer resolver

Descrever a situação no formulário Ligar para (47) 98493-1454 Segunda a sexta, resposta em até 10 minutos em horário comercial.
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