Equipare Equipamentos
Dimensionamento · estudo técnico por obra

Quantos elevadores cremalheira por obra: a conta compara viagens necessárias com ciclos disponíveis

Perguntar quantos elevadores cremalheira por obra são necessários só tem resposta depois de duas contas. A primeira é quantas viagens a fase de maior consumo exige por turno. A segunda é quantos ciclos completos o equipamento consegue fazer nesse mesmo turno. A diferença entre elas é a fila que a obra vai enfrentar.

  • Cálculo pela fase de maior consumo, não pela média
  • Carga útil efetiva, descontando carrinho e operador
  • Cenários comparados entre cabine dupla e duas unidades
  • Premissas abertas para conferência pela obra

Formulário de cálculo de quantidadeCalcular quantos equipamentos a sua obra precisa

Pavimentos, frentes simultâneas e serviço de maior consumo. Com isso a Monique monta a conta de ciclo e devolve a quantidade recomendada.

Em muitas obras o gargalo está aqui, e não no equipamento.
Fora do Brasil, informe o código do país.
O retorno traz as premissas escritas, para a obra conferir com os próprios índices de produção.

O que o estudo de dimensionamento entrega

  • Quantidade e configuração recomendadas por fase
  • Tempo de ciclo calculado para a hora de pico
  • Premissas escritas e verificáveis pela obra
  • Discussão do resultado com planejamento e suprimentos
Como o cálculo é montado

Quantos elevadores cremalheira por obra: duas contas simples que quase ninguém faz antes de comprar

A primeira conta é de demanda: volume de material da fase crítica dividido pela carga útil efetiva por viagem, somado ao transporte de pessoas. A segunda é de oferta: tempo de turno dividido pelo tempo de ciclo completo. Se a demanda supera a oferta, existe fila — e fila em obra vira hora extra e serviço deslocado.

O tempo de ciclo completo não é só subida e descida. Ele inclui o tempo de carregar no térreo, o tempo de descarregar no pavimento, a espera de chamada e o retorno. Em obra com muitas frentes, o tempo parado esperando chamada pode ser maior que o tempo em movimento, e é isso que faz uma obra com equipamento "suficiente" viver em fila.

Por isso o estudo é refeito por fase. O que atende a estrutura pode não atender o acabamento, quando várias equipes pequenas passam a chamar o equipamento em pavimentos diferentes. Ver o sistema de chamada por pavimento.

Antes de decidir a quantidade, confirme onde está o gargalo. Descarga no térreo mal resolvida estrangula qualquer equipamento, e nenhum equipamento a mais resolve isso.

O que está combinado

Quatro compromissos do estudo de quantidade de equipamento

O cálculo é entregue de forma que a obra possa refazê-lo com os próprios índices.

24 hpara o retorno com escopo e lista de dados necessários
10 minde resposta comercial no WhatsApp em horário comercial
1 anode garantia no equipamento, quando houver compra
7 estadoscom visita técnica de equipe própria quando necessário
O número que some da proposta

A carga útil que a obra realmente usa é menor que a nominal, e a diferença muda a quantidade

A capacidade nominal é a carga máxima que a cabine transporta. A carga útil efetiva é o que sobra dela depois de descontar o que sobe junto e não é material: o operador, o carrinho de transporte, o palete, a embalagem e a folga de segurança que a equipe deixa para não trabalhar no limite.

Quando o dimensionamento usa a capacidade nominal, o número de viagens sai subestimado. E como o resultado é dividido pelo número de ciclos disponíveis, o erro se propaga direto para a quantidade de equipamentos — que aparece menor do que a obra vai precisar, justamente na fase em que já não dá para corrigir.

  • Desconte da nominal o peso do carrinho e do palete usados na obra
  • Desconte o operador quando ele sobe junto com a carga
  • Considere a folga que a equipe deixa por hábito de segurança
  • Refaça a conta para a fase de maior consumo, não para a média

A Equipare calcula com carga útil efetiva e mostra o desconto aplicado, item por item. Ver o comparativo de capacidades de equipamento.

Três caminhos quando falta capacidade

As saídas possíveis quando a conta mostra fila na fase crítica

Nem toda falta de capacidade se resolve comprando outro equipamento. Às vezes é mais barato mudar o ciclo.

Mesma torreDois ciclos em paralelo

Cabine dupla

Duplica o número de ciclos sem ocupar outra prumada nem outra base. Indicado quando a fachada é escassa e o pico é de muitas viagens curtas.

Sem comprar nadaOrganização

Ciclo mais curto

Estoque ao pé do equipamento, carga preparada antes da chegada da cabine e chamada organizada por pavimento reduzem o ciclo sem investimento.

A conta muda por fase

Por que o mesmo equipamento atende bem uma fase e estrangula a seguinte

A tabela mostra o perfil de demanda de cada fase. É a leitura que impede de dimensionar a obra inteira por um único momento.

FasePerfil da demandaO que o dimensionamento precisa priorizar
EstruturaPoucas viagens, carga concentradaCapacidade por viagem e integração com a grua
AlvenariaVolume alto e constante, poucos destinosCiclos por turno e descarga organizada no térreo
Contrapiso e argamassaPico de volume, material pesadoCarga útil efetiva e agilidade de carregamento
Revestimento internoMuitas frentes, viagens curtasNúmero de ciclos e chamada por pavimento
FachadaDemanda dividida com balancimCompatibilização entre equipamentos na mesma face
EntregaPouco material, muita genteTransporte de pessoas e tempo de espera

Dimensionar pela média das fases produz um equipamento que não atende bem nenhuma delas. Ver a consultoria em logística vertical de obra.

Antes de pedir preço, peça a conta de ciclo da sua obra

Com a conta na mão, comparar propostas deixa de ser comparar catálogo e passa a ser comparar atendimento à demanda real do canteiro.

Como o cálculo é feito

Quatro passos do estudo de quantidade de equipamento por obra

Nenhum dos passos depende de informação que a obra não tenha. Depende de olhar para a fase certa.

  1. 1

    Identificação da fase crítica

    Levantamento do serviço que puxa o maior consumo de transporte e do número de frentes que vão operar simultaneamente naquele momento.

  2. 2

    Cálculo da demanda

    Volume de material da fase dividido pela carga útil efetiva, somado às viagens de pessoal e ao transporte de ferramenta e equipamento auxiliar.

  3. 3

    Cálculo da oferta

    Tempo de ciclo completo do equipamento na altura da obra, multiplicado pelos ciclos possíveis dentro do turno praticado.

  4. 4

    Comparação de cenários

    Uma cabine dupla, duas unidades ou redução de ciclo por organização, com o efeito de cada alternativa sobre a fila esperada.

Quatro objeções ao cálculo de quantidade de equipamento

São as respostas que aparecem quando o resultado do estudo contraria o hábito da empresa.

Sempre usamos um por obra e funciona

Funciona até a obra mudar de porte ou de padrão de acabamento. O estudo serve justamente para saber se o próximo empreendimento ainda cabe no hábito. Ver o elevador cremalheira para construtora.

Dá para resolver com mais hora extra

Hora extra aumenta o turno, mas não o número de ciclos por hora. Quando a fila é de ciclo, o custo cresce sem o serviço andar na mesma proporção.

Preferimos decidir na obra, quando aparecer o problema

Nesse momento as alternativas baratas já não existem: a prumada está definida, a base está executada e a fachada está contratada. Ver o estudo de posição na fachada.

O fornecedor já indicou o modelo

Indicação de modelo não é dimensionamento. Dimensionamento é a conta que mostra quantas viagens a obra precisa e quantas o equipamento entrega. Usar o configurador de equipamento.

Continue pelo cluster de consultoria

O que ler depois de saber quantos equipamentos a obra precisa

Definida a quantidade, as próximas decisões são posição, configuração e forma de aquisição.

Perguntas sobre o cálculo

O que se pergunta ao decidir a quantidade de equipamento de uma obra

Existe uma regra de quantos pavimentos por equipamento?

Não existe regra confiável por pavimento, porque a demanda depende do serviço em execução e do número de frentes, e não da altura. Duas obras com o mesmo número de pavimentos podem exigir quantidades diferentes conforme o padrão de acabamento.

Uma cabine dupla substitui dois equipamentos?

Em número de ciclos, chega perto; em cobertura do pavimento, não. Duas unidades em prumadas diferentes reduzem a distância horizontal que o material percorre dentro do andar, e isso não aparece na conta de ciclo, mas aparece no cronograma.

Como estimar o volume da fase crítica sem histórico?

A partir dos quantitativos de projeto e dos índices de produção previstos no planejamento. Quando não há histórico, o estudo trabalha com faixa e mostra o efeito do erro sobre o resultado, em vez de fingir precisão.

O transporte de pessoas entra na mesma conta?

Entra, e em obra de acabamento costuma ser a maior parcela. Muitas viagens curtas com poucas pessoas consomem ciclo do mesmo jeito que viagens com material, e ignorá-las é uma das causas mais comuns de subdimensionamento.

E se o gargalo não for o equipamento?

É um resultado frequente. Quando a descarga no térreo é lenta ou o material está estocado longe, o equipamento passa boa parte do turno esperando. O estudo aponta isso, e a correção costuma ser mais barata que comprar outra unidade.

O estudo serve para comparar propostas de fornecedores diferentes?

Serve, e é para isso que as premissas são entregues abertas. Com a demanda calculada, qualquer proposta pode ser testada contra o mesmo critério, independentemente da marca.

Mande pavimentos, frentes simultâneas e serviço de pico: a conta de ciclo volta pronta

  • Viagens necessárias por turno na fase crítica
  • Ciclos disponíveis do equipamento no mesmo turno
  • Comparação entre cabine dupla e duas unidades
  • Indicação de onde está o gargalo real da obra

Escolha por onde mandar os dados

Mandar os dados pelo formulário Ligar para (47) 98493-1454 Segunda a sexta, resposta em até 10 minutos em horário comercial.
Falar no WhatsApp
Falar sobre a quantidade Preencher formulário