Elevador cremalheira cabine simples: como saber se uma cabine dá conta do seu canteiro antes de comprar
O elevador cremalheira cabine simples é a configuração que quase toda obra compra primeiro, e a que mais gera arrependimento quando ninguém fez a conta do ciclo. O número que decide não é a capacidade em quilos: é quantas viagens completas a cabine consegue fazer na hora de pico, com as paradas que a sua obra realmente usa.
Torre preparada para receber a segunda cabine depois
O que acompanha o elevador cremalheira de cabine simples
Cabine com painel perfurado e porta intertravada
Cálculo de ciclo entregue com as premissas abertas
Torre preparada para segunda cabine no futuro
Ensaio de freio de segurança feito na entrega
O que você está comprando
Uma cabine, uma torre e um conjunto motriz: a configuração que a obra vertical adota por padrão
No elevador cremalheira de cabine simples existe uma única cabine correndo por uma torre modular ancorada na fachada. O conjunto motriz é um só, o quadro de comando é um só e a faixa de fachada ocupada é a menor possível para esse tipo de equipamento.
A escolha entre uma e duas cabines não é de catálogo: é de planejamento. Uma cabine ocupa menos fachada, exige menos do quadro da obra e deixa mais área de laje livre no embarque. Em troca, toda a demanda do canteiro passa por um único ponto, e o que se forma na porta é fila.
A capacidade em quilos resolve o volume por viagem; ela não resolve a frequência. Por isso o estudo correto olha dois números ao mesmo tempo: quanto cabe de uma vez e quantas vezes por hora a cabine consegue voltar ao térreo. O segundo é o que pesa na troca de turno e na fase de subida de material de acabamento.
Se a obra já sabe que terá pico forte de pessoal, compre a torre preparada para a segunda cabine mesmo que ela não entre agora. Adaptar a torre depois é mais caro do que prevê-la no pedido.
O que está escrito na proposta
Quatro compromissos que acompanham a cabine simples
Nenhum deles é promessa verbal: todos aparecem na cotação que chega no seu e-mail.
24 hpara receber preço, configuração e cálculo de ciclo
10 minde resposta comercial em horário comercial
1 anode garantia contra defeito de fabricação
7 estadoscom montagem e assistência de equipe própria
A conta que ninguém faz antes de comprar
No elevador cremalheira cabine simples o percurso é a menor parte do ciclo
Com velocidade de 36 a 60 m/min, uma torre de 60 metros é vencida em pouco mais de um minuto na configuração mais lenta, e a ida e volta em pouco mais de três. Esse é o trecho fácil da conta, e é o único que o catálogo informa.
O que consome o ciclo de verdade está fora do percurso: abrir cancela, embarcar, fechar, parar em pavimento intermediário, desembarcar carrinho, esperar quem ficou. Some o tempo de porta e o tempo de embarque e você costuma descobrir que eles superam o tempo de viagem em obra com paradas em todos os pavimentos.
Cronometre o embarque real da sua equipe, com carrinho e ferramenta
Conte as paradas que a obra vai autorizar, não as que existem
Calcule o percurso pela velocidade do modelo, não pela média do mercado
Compare o ciclo resultante com o pico de pessoal na troca de turno
Três situações de canteiro em que a configuração simples resolve sem deixar dívida
Não é o tamanho da obra que define: é a distribuição do pico e a regra de parada que a obra consegue sustentar.
Turnos escalonadosUma cabine
Pico de pessoal distribuído
Quando a obra consegue escalonar a entrada e a saída por frente de serviço, o pico se dilui e a fila não se forma. É o cenário em que a cabine simples entrega o mesmo resultado prático da dupla.
Em torre mais baixa, o percurso é vencido rápido e a cabine volta ao térreo com frequência alta. O ciclo fecha bem mesmo com parada em todos os pavimentos.
Quando a obra reserva janelas para material paletizado, o transporte de pessoal não disputa a cabine. A regra de uso resolve o que a segunda cabine resolveria comprando equipamento.
Cinco efeitos de campo que aparecem quando a obra tem uma cabine só
Esta tabela não compara preço nem ficha técnica: compara o que o encarregado percebe no dia a dia com uma cabine atendendo todo o canteiro.
Momento do dia
O que acontece com uma cabine
O que a obra pode fazer sem trocar de equipamento
Entrada e troca de turno
Fila concentrada no térreo, com viagens cheias em um sentido e vazias no outro
Escalonar entrada por frente de serviço e liberar a escada para os primeiros pavimentos
Subida de argamassa e palete
Material disputa a cabine com pessoal e o ciclo dobra de duração
Reservar janela de material fora do horário de pico, com carrinho já carregado
Chamada de pavimento intermediário
Cada chamada fora de ordem consome um ciclo inteiro de subida e descida
Adotar chamada por pavimento e regra de atendimento por sentido de viagem
Manutenção preventiva
A obra fica sem transporte vertical durante o serviço programado
Programar a preventiva na janela de menor movimento e avisar as frentes com antecedência
Fase de acabamento
Muitos pequenos deslocamentos por pavimento, com carga leve e parada frequente
Rever a regra de parada e avaliar a segunda cabine só para essa fase
Se três destas cinco linhas descrevem a sua obra, o estudo de cabine dupla se paga antes do fim da estrutura. Se apenas uma, a cabine simples é a escolha certa.
Antes de fechar a capacidade, peça o cálculo de ciclo da sua hora de pico
É o cálculo que diz se uma cabine atende o canteiro ou se a obra vai conviver com fila na troca de turno. Vai junto com a proposta, sem custo.
Quatro passos entre a sua dúvida de configuração e o pedido assinado
A ordem importa: quem escolhe a capacidade antes de calcular o ciclo costuma comprar duas vezes.
1
Pico de pessoal e regra de parada
Você informa quantas pessoas sobem na hora mais carregada e quais pavimentos a cabine vai atender. Sem esses dois dados, qualquer indicação de capacidade é chute.
2
Cálculo de ciclo com premissas abertas
A Equipare calcula o tempo de viagem pela velocidade do modelo e soma o tempo de porta e de embarque que você informar. O resultado vem em planilha, para o planejamento conferir.
3
Escolha de capacidade e de cabine
Com o ciclo na mão, a capacidade deixa de ser escolha por catálogo. Aqui também se decide se a torre já sai preparada para a segunda cabine.
4
Proposta com preço fixo e escopo declarado
Configuração, torre, cancelas, montagem, documentação e prazo em um documento só, com o que está incluído e o que não está.
Quatro dúvidas de quem está entre uma e duas cabines
São perguntas de planejamento, não de compra. Servem para conferir qualquer fornecedor.
Dá para colocar a segunda cabine depois
Dá, desde que a torre e a ancoragem tenham sido dimensionadas para isso desde o pedido. Fazer a previsão custa pouco; refazer o cálculo com a torre montada custa parada de obra. Ver o que muda na configuração de cabine dupla.
Capacidade maior substitui a segunda cabine
Só quando o gargalo é volume. Se o gargalo é frequência, aumentar os quilos não resolve, porque o tempo de porta e de embarque continua igual e a cabine segue sendo uma só.
Uma cabine atende a NR-18
Atende. A NR-18 exige transporte vertical de passageiros a partir de 24 metros de altura e não determina o número de cabines. O que define a quantidade é o dimensionamento da obra. Ver o laudo de conformidade NR-18.
De 12 a 30 pessoas, conforme a capacidade contratada, que vai de 1.000 a 3.000 kg. O número de passageiros é limite legal de lotação, não meta de operação: cabine cheia em todas as viagens significa que o dimensionamento ficou apertado.
Qual a velocidade de uma cabine simples?
De 36 a 60 m/min, conforme o modelo e a configuração do conjunto motriz. A velocidade maior encurta o percurso, mas não altera o tempo de porta nem o de embarque, que costumam ser a maior parte do ciclo.
A torre é a mesma da configuração de cabine dupla?
A torre é modular nos dois casos, mas o dimensionamento da ancoragem e o esforço considerado mudam quando há duas cabines. Por isso a previsão da segunda cabine precisa entrar no pedido, e não depois da montagem.
Como sei se preciso de mais de uma cabine?
Pelo cálculo de ciclo comparado ao pico de pessoal. Se a cabine não consegue esvaziar o térreo dentro da janela de entrada, o canteiro vai conviver com fila diária, e aí a segunda cabine deixa de ser conforto.
A Equipare vende ou aluga o elevador de cabine simples?
Vende. A Equipare importa direto da fábrica, nacionaliza com nota fiscal brasileira e entrega com projeto, ART e um ano de garantia. Construtoras, indústrias e locadoras compram para a própria frota.
O que a proposta traz além do equipamento?
Torre, cancelas, ancoragens, montagem, comissionamento, treinamento na entrega e o dossiê técnico. O que fica por conta da obra também vem escrito, item por item, para não virar discussão depois.
Mande o pico de pessoal e as paradas: a Equipare devolve o ciclo antes de você fechar a configuração
Cálculo de ciclo com premissas abertas, número por número
Capacidade indicada pela carga real, não pelo catálogo